Dos filmes que vejo - Frankenstein, de Guillermo del Toro

Numa sala de cinema talvez pudesse ter outro fôlego, talvez, mas nesta nova versão de Frankenstein, do mexicano Guillermo del Toro, em que afinal o monstro tem um coração que sente, para além da música do Alexandre Desplat e dos impressionantes valores de produção, cenários, guarda-roupa, maquilhagem, sobra apenas incongruências e tédio, mas de tudo o que mais me custou, foi ver o Oscar Isaac, de quem eu gosto tanto, numa interpretação tão bacoca.
Não gostei mesmo nada, mas isto sou eu.
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