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A mostrar mensagens de junho, 2023

Das séries de que eu gosto - The Diplomat

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  A Diplomata  é um consolo de série para quem, como eu, adora thrillers políticos, com ameaças eminentes dos países maus do costume e muitos jogos de política e de bastidores, no género de Homeland (a autora é a mesma) mas aqui filmado com mais leveza, glamour e sentido de humor.  

Dos filmes de que eu gosto - Uma réstia de esperança

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  Quando sem contar fazes um zapping e encontras um filme com uma história familiar pacata, um trio de atores de primeiríssima água (Annette Bening, Bill Nighy e Josh O'Connor, que luxo) e a paisagem costeira do sudoeste de Inglaterra - há filmes que não são extraordinários mas quando os descobrimos são uma pérola fantastica. Na TV Cine.  

Das minhas músicas - 10.000 Maniacs

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  Em THESE ARE DAYS Natalie Merchant, a vocalista dos 10.000 Maniacs, canta a alegria e o medo, a alegria de quem se sente abençoado por viver dias bons, e o medo que estes dias lhe fujam, a alegria de se agarrar a estes dias bons e o medo de não os voltar a ter: Estes são dias que recordarás Nunca antes e nunca mais Prometo Será o mundo tão acolhedor E se assim o sentires Saberás que é verdade Que é abençoado e tens sorte É verdade que tu Foste tocado por algo Que vai crescer e florescer em ti    

Dos meus livros - Cuidado com o Cão, de Rodrigo Guedes de Carvalho

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  Escrito na pandemia e com os traumas de quem a relatou todos os dias na nossa televisão, demorei a conectar-me com o livro, andei ali arrastado até à página 115, aí deu-se um click e senti uma necessidade imensa de o ler sem parar, até que por volta da 315 deu-se outro click e todas as pontas se juntaram, lendo até ao fim, sem parar mas já sem pressa, esta belíssima história sobre a morte e redenção, num tom onírico (‘ que se assemelha ao sonho’ ) muito bonito e comovente, talvez aquilo a que chamam realismo mágico. “Um dia contigo ou um dia sem ti”, que é como quem diz, dou tudo para voltar a ter um só dia contigo, ou se impossível dou tudo para ter um só dia sem ti, em que não estejas permanentemente dentro do meu pensamento, em que os dias e noites voltem a ser leves. Há quase 20 anos li do mesmo autor ‘ A casa quieta’ e ‘ Mulher em branco’ , apesar de ter gostado francamente deixei de lado Rodrigo Guedes de Carvalho estes anos todos, e não fosse ter tido a sorte de me terem of...

Da falta de gosto - anúncio publicitário da Bayer

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  NEM TODAS SOMOS FEITAS PARA CHEIRAR A PEIXE LÁ EM BAIXO  - até pode ser um anúncio ganhador porque anda nas bocas do mundo, e a Bayer já nos veio sossegar esclarecendo que a campanha foi pensada por mulheres, mas que mau gosto, que vulgaridade.  

Das lendas ainda vivas - Sofia Loren

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  Sofia Loren foi sem dúvida alguma uma das maiores lendas do cinema nos anos 60 e é uma das poucas ainda viva, tem 88 anos e em 2020 o seu filho Edoardo realizou um belíssimo filme para Sofia se despedir dos ecrans - "Uma vida à sua frente". Não só encanta como também canta, lindamente, e toda ela é sensualidade, talvez mesmo a rainha da sensualidade, aqui na maravilhosa cena Mambo Italiano, num filme de 1955 ("Pão, amor e ...") ao lado de Vitorio de Sicca, que delícia.  Lunga vita Signora Loren.  

Das pessoas que admiro - Isabel Moreira

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  Concordo em absoluto com Isabel Moreira quando afirma que há diferenças profundas entre a esquerda e a direita e é salutar o confronto e a discussão entre ambas, e não comungando eu da sua visão económica da sociedade, reconheço em si o melhor do que há na política em Portugal, vertical, séria, trabalhadora, bem preparada, combativa, com sentido democrático e impoluta, não me recordando de alguma vez a ter visto a fazer fretes descarados ao partido ou ao primeiro-ministro defendendo o indefensável, quando não concorda ou se cala ou deixa passar a sua mensagem de fininho, mas nunca em modo de disco riscado a repetir insanidades que vemos amiúde naquela bancada parlamentar. O seu feitio intrépido, assumido pela própria em várias entrevistas, talvez lhe retire o perfil para funções executivas ao nível ministerial, mas agradeço-lhe profundamente por estar na política e por em muito ter contribuído para alguns dos nossos grandes avanços civilizacionais, espero que por lá continue por muit...

Da atualidade - o jornalismo e o submersível que afundou

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  Nos últimos dias foi amoral vermos as honras de primeiras páginas dos jornais e das aberturas dos telejornais, que foi dada ao submersível que desapareceu numa viagem ao fundo do mar, em detrimento e por comparação com outro barco que também afundou ao largo da costa grega, este com aproximadamente 700 pessoas, das quais umas centenas terão morrido. O jornalismo tem um papel fundamental em qualquer sociedade e um jornalismo sério e credível não deve confundir o essencial, a notícia é seguramente a história daqueles imigrantes, que se viram obrigados a fugir dos seus países de origem, arriscar as suas vidas, e agora serem de novo deportados para trás, a notícia não devia ser a história de cinco pessoas milionárias, que por sua conta e risco, e muita vaidade, resolveram meter-se numa caranguejola pelo atlântico adentro, há aqui uma clara inversão da importância e da função da notícia que é triste e preocupante. Mas numa altura em que ninguém compra jornais, em que ninguém dá valor ao p...

Da atualidade política - Luís Montenegro

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  Há um senhor chamado Joaquim Pinto Moreira que já foi presidente da câmara de Espinho, deputado do PSD e é amigo pessoal do candidato a primeiro-ministro Luís Montenegro, também ele da cidade de Espinho. Ora, quando foi constituído arguido no caso Vortex, muito genericamente por umas maroscas muito manhosas com dinheiros e contratos lá por aquelas bandas, o senhor entendeu que não devia continuar a ser deputado na Assembleia da República, mas lá pensou melhor e achou que bom bom, sem avisar ninguém, era voltar a ser deputado da Nação – até aqui a história já não é bonita, mas só implicava o senhor ex-presidente e ex-deputado e a justiça que se pronunciasse, se possível rapidamente. Mas não é que Luís Montenegro, depois da suposta surpresa e respetiva retirada da confiança política ao seu amigo, também pensou e achou que bom bom era que Pinto Moreira representasse o PSD nas Comissões Parlamentares da Defesa e da Saúde, mas calma, não nos precipitemos nos maus juízos, diz-nos Montenegr...

Do lado do bem - seleção de futebol da Nova Zelândia

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  A Nova Zelândia não risca nada no mundo do futebol, mas dá o exemplo e o mote no campeonato dos direitos humanos: durante um jogo amigável com o Catar - curiosamente dirigido pelo nosso conhecido Carlos Queiroz, que a troco dos dólares cataris desvalorizou o sucedido -, um jogador neozelandês sofreu um insulto racista de um adversário, e face à passividade da equipa da arbitragem, após o intervalo a sua seleção recusou-se continuar a jogar. O país que vê o Sol nascer primeiro todos os dias, está a mostrar ao mundo qual o caminho para combater o racismo, e parece que a FIFA dá sinais positivos nesse sentido, não se pode ignorar o racismo, não basta dizer que não se é racista, não basta não o ser, é preciso combatê-lo empenhadamente, e se algum jogador ou adepto profere insultos racistas, então a sua equipa tem de ser penalizada, tem de passar a jogar à porta fechada, pagar multas ou, é preciso dizê-lo, perder os jogos. Não ao racismo e bem-haja à Nova Zelândia.

Dos nossos artistas - Tiago Rodrigues

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  ‘ Catarina e a beleza de matar fascistas ’, encenada por Tiago Rodrigues para o TNDM, uma peça de teatro absolutamente espantosa e talvez a mais inquietante que alguma vez tive a oportunidade de ver, acabou de ganhar o prémio do Sindicato da Crítica, em França, para a melhor peça de teatro estrangeira, depois de já ter ganho um prémio similar em Itália, parabéns ao Tiago Rodrigues e à sua equipa de técnicos e atores, parabéns ao teatro português. Bravo!  

Do lado do mal - professores com cartazes racistas

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  O senhor professor que desenhou este cartaz é RACISTA e os senhores professores que o empunharam são RACISTAS e os senhores professores que o viram e o validaram ao marchar ao seu lado são RACISTAS, e estes senhores professores são aqueles que dizem que só se manifestam a pensar no bem da escola pública e nas nossas crianças e jovens, está mal, está muito mal. Obviamente que não se confunde as maçãs podres com o pomar, mas cá por mim não gostaria nada que estes senhores professores ensinassem fosse o que fosse a ninguém da minha família, lamento mas não servem como professores. Ainda bem que o primeiro-ministro se insurgiu e protestou, mal seria que o alvo deste racismo ouvisse (ou visse) e se calasse.  

Dos meus livros - Trilogia da Cidade de K., de Agota Kristof

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  Com uma escrita curta, rápida e seca, somos levados por um jogo de espelhos e de memórias desfocadas dos gémeos Klaus e Lukas, ou Lucas e Claus, onde até as letras dos seus nomes se baralham e tornam um só, retratando famílias e sociedades inteiras que foram separadas pelas guerras e ditaduras comunistas ali por meados do século XX. Não me tivessem oferecido este livro, escrito originalmente em francês, e dificilmente teria descoberta esta autora, Agota Kristof, nascida na Hungria em 1935 e fugida para a Suíça em 1956 aquando a invasão das tropas soviéticas – o livro é notável e lê-se num ápice.

Dos grandes campeões - Novak Djokovic

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  Cá em casa todos temos admiração por Roger Federer e o meu ídolo é o Andre Agassi, mas sempre houve uma discussão titânica sobre quem é o melhor de sempre, Nadal e Djoko, com esta magnífica vitória em Roland Garros e com os 23 trofeus do Grand Slam, 6 vitórias nas ATP Finals, 35 ATP Masters e número recorde de semanas em n.º 1 do ranking ATP, é inegável quem é o melhor tenista de sempre, o sérvio Djokovic. Que bênção para nós que gostamos de ténis termos testemunhado esta época dos Big Three , que o Nadal regresse em forma para ainda assistirmos a bons jogos entre os dois antes de passarem o trono à nova geração de Alcaraz e companhia. Bravo!  

Diz o Borda D'Água - em Junho

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  Na horta, plantar batata, pimento e tomate. Colher cebola, alho, alface e aipo, da sementeira de janeiro. Apanhar cerejas e nêsperas. Extrair mel e cortiça. No jardim semear begónias, calêndulas, gipsófilas, goivos e colher rosas e cravos. Nos animais: o gado bem bebido sai dos estábulos na alba ou ao entardecer.  

Das séries de que gosto - Rabo de Peixe

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  Entretenimento mainstream com muita pinta, com muita qualidade, ali a brincar entre o crime, a comédia, o romance e a crónica social, ganda nível. Tirando o erro de casting Salvador Martinha, os atores estão todos muitíssimo bem, Afonso Pimental, Albano Jerónimo, Kelly Balley, Dinarte de Freitas (uau), Pêpe Rapazote, Luísa Cruz, Adriano Carvalho , e todos os outros, mas tenho que deixar um grande elogio aos, para mim quase desconhecidos, quatro fantásticos protagonistas: André Leitão, Rodrigo Tomás, José Condessa e Helena Caldeira!!! Muito merecido o sucesso internacional que está a ter, muitos parabéns.  

Dos filmes de que eu gosto - The Quiet Girl

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  Não estamos habituados a ver filmes falados em gaélico (irlandês), mas este ‘A menina silenciosa’, de Colm Bairéad, vencedor de alguns prémios e nomeado ao óscar de melhor filme estrangeiro, é seguramente um dos melhores filmes do ano. Começa numa família disfuncional com uma secura de silêncios, agreste, onde tudo é triste à volta daquela criança, mas se os silêncios se mantêm ao longo de todo o filme, aos poucos vamos sendo invadidos por uma onda de ternura, onde desaparece a aridez inicial e o que vemos é doçura pura na Irlanda rural dos anos 80, ao ponto de no final estar uma sala inteira, em silêncio, a torcer com toda a sua força para que aquele abraço não acabe nunca. A miúda Catherine Clinch é um portento de atriz e o filme é belíssimo.  

Dos nossos comediantes - Joaquim Monchique

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Se falamos do humor em Portugal devíamos também falar do pai de todos, Herman José, ou da brilhantíssima Ana Bola, ou então de quem com eles compõem os bonecos mais fantásticos, como, mais recentemente, a Gabriela Barros ou a Joana Pais de Brito, mas voltando à velha escola apetece-me destacar alguém que me parece andar há muito arredado das televisões, e quem faz rábulas como esta 'Não são fatias douradas, são rabanadas' devia estar sempre no grande ecran a fazer-nos rir - façam o favor de chorar a rir com o video e viva o divertidíssimo Joaquim Monchique.  

Dos nossos comediantes - Hugo van der Ding

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  Cavaca para Presidenta, A Criada Malcriada, Juliana Saavedra, a psicanalista que deixa os pacientes na merda, a Avó, Dates from Hell, a Doutora Messalina, a vida em Tebas e no Antigo Egipto, os Astronautas, todas as suas tiras diárias muito à moda da Mafaldinha de Quino ou do Charlie Brown, as mensagens de natal da monarquia europeia, o Vamos Todos Morrer, os textos que escreve para teatro e os papeis que leva a palco, o seu ativismo contra o racismo, sexismo ou homofobia, a forma como fala da doença mental e da bipolaridade, por tudo isto, pelo humor genial, a gargalhada que nos provoca a toda a hora e pela pessoa que parece ser, Hugo Van der Ding é provavelmente o comediante que mais admiro atualmente e aquele que me faz ir ao Instagram todos os dias de manhã à procura das suas stories para começar o dia a rir, mesmo quando as graças são repetidas.  

Dos nossos comediantes - Joana Marques

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  Ali quase taco a taco com o seu mestre, Joana Marques é atualmente a comediante mais abrasiva do humor nacional, mas enquanto RAP vai mais pela sátira política, Joana Marques enveredou por um retrato social bem mordaz, colocando muitas vezes a questão: o humor tem limites? O Extremamente Desagradável vive à custa do bullying? Na minha opinião sim, o humor deve ter limites, não se deve brincar com a doença, a morte ou pessoas em sofrimento, mas do que vi até hoje nunca achei que Joana tivesse pisado o risco, usa e abusa do sarcasmo e ironia e obviamente que os retratados ficam chateados, mas quando brinca com o bigodinho púbico de Cristina Ferreira, com a troglodice do senhor Miguel Milhão dos suplementos nutritivos, com a homofobia do tempo das cavernas do senhor vereador Forinho do Entroncamento ou simplesmente com o camarón de Luciana Abreu, Joana Marques não está só a alertar consciências e a expor o ridículo de quem se põe a jeito, está sobretudo a ter muita graça com humor do m...

Dos nossos comediantes - Ricardo Araújo Pereira

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Consigo entender aqueles que dizem que Ricardo Araújo Pereira há muito deixou de ter graça, mas discordo em absoluto. É impossível esquecer os sketches humorísticos de quando começaram há 20 anos atrás, com tantas personagens e rábulas inesquecíveis, como esta do Kunami fresquinhoooo, mas hoje em dia a sua sátira política é absolutamente insuperável, acutilante, inteligente, do lado do bem e, acima de tudo, com imensa piada, prestando um verdadeiro serviço público na forma como escrutina a nossa atualidade política, sendo de longe o nosso maior comediante e a pessoa mais temida pelos nossos políticos.  

Dos espetáculos que vejo - fadista Gonçalo Salgueiro

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  Nunca tinha ouvido falar de Gonçalo Salgueiro, mas fui ver um concerto seu de homenagem a Frei Hermano da Câmara e, devo dizer, não gostei nada: canta o fado a berrar nas alturas como se fosse a Maria Callas, na pose é um misto de Callas com Amália, e nas emoções e nos agradecimentos é de uma doçura cheia de beatitude, reconheço que canta bem mas não foi para os meus ouvidos. Mas a verdade é para ser dita, os grupos da catequese para adultos dos 37 Centros de Dia da área metropolitana de Lisboa (ironia, ok?), que encheram o Teatro Tivoli, estavam em apoteose, era uma sala inteira cheia de emoção, a cantarem em coro todas as músicas, várias pessoas com lágrimas no canto do olho, outras tantas a dizerem convictamente que era o melhor fadista português da atualidade (perdoais-lhes Camané), uma plateia com uma felicidade imensa, não há como negar, e se assim é, é porque temos artista, parabéns Gonçalo Salgueiro.  Ah, ainda pude bater palmas às enormes fadistas Alexandra, Maria da Fé e Le...

Do dia mundial da bicicleta

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  Hoje celebra-se o dia mundial da bicicleta, viva a Bicicleta e que esta moda seja como o Toyota, que tenha vindo para ficar, o planeta e a nossa saúde agradecem. Os ciclistas reclamam, e bem, que sejam protegidos dos automóveis, é preciso proteger o mais fraco – desde 2014 tem os seus direitos equiparados às viaturas a motor, por exemplo, na estrada o ciclista tem prioridade sempre que se apresentar pela direita. Mas o que reclamam para si como parte vulnerável, esquecem por completo em relação aos peões, na cabeça de um ciclista de cidade comum é todos os direitos sobre os automobilistas e nenhum dever em relação aos peões, e isto não é fixe. Senhores ciclistas, tentem perceber por favor algumas coisinhas básicas: - Não podem, nem devem, andar de bicicleta nos passeios dedicados aos peões (só se tiverem menos de 10 anos), se o tem de fazer ou se as ciclovias terminam circulem com a bicicleta pela mão; - Não podem atravessar de bicicleta as passadeiras para as pessoas, e muito menos ...

Está mal - Serviços Públicos

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Todos as manhãs antes das 9 passo por várias repartições públicas como o IMT, a Segurança Social e uma Loja do Cidadão, que não parece ser das piores, e o cenário é sempre o mesmo, filas de espera (na foto) que dão a volta ao quarteirão, filas de centenas de metros e longas horas pela frente em condições verdadeiramente penosas (na sua grande maioria estrangeiros) – e quem for um pouco mais tarde já não arranja as benditas senhas. Num país que se quer na vanguarda do mundo ocidental, e com um Governo que diz estar com os bolsos cheios, não se tratam as pessoas desta forma indigna, o mau atendimento das repartições públicas devia ser uma prioridade de estado.  

Já dizem os antigos - Junho

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  Sardinha de S. João, já pinga no pão