Das exposições que eu vejo - Veneza em Festa, na Gulbenkian

“Veneza foi descrita e pintada vezes sem conta e, de todas as cidades do mundo, é a mais fácil de visitar sem lá estar”, quem o disse foi o escritor Henry James no início do século XX.
Quando há poucos anos finalmente visitei Veneza, parecia que já conhecia intimamente a cidade de tanta informação que fui acumulando ao longo dos tempos, no cinema, na televisão, nos livros, na pintura, nas fotos de quem por lá já passou, até no Carnaval, de facto não precisamos de pôr os pés na Sereníssima para sentir que já lá estivemos, e se há os que, inexplicavelmente, lhe passam ao lado, cheira mal, dizem, outros há, como eu, que se perdem por amores pelos canais da Aveiro italiana.
Para quem vive na zona de Lisboa, aprecia pintura e é fã de Veneza, não perca a exposição “Veneza em Festa” na Gulbenkian, em colaboração com o Thyssen de Madrid, onde nos podemos consolar com a obras dos Mestres Canaletto, Guardi, Bellotto e Tiepolo, imperdível.
Até 13 de janeiro, depois só em Madrid.
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