Do lado do bem - seleção de futebol da Nova Zelândia

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A Nova Zelândia não risca nada no mundo do futebol, mas dá o exemplo e o mote no campeonato dos direitos humanos: durante um jogo amigável com o Catar - curiosamente dirigido pelo nosso conhecido Carlos Queiroz, que a troco dos dólares cataris desvalorizou o sucedido -, um jogador neozelandês sofreu um insulto racista de um adversário, e face à passividade da equipa da arbitragem, após o intervalo a sua seleção recusou-se continuar a jogar.


O país que vê o Sol nascer primeiro todos os dias, está a mostrar ao mundo qual o caminho para combater o racismo, e parece que a FIFA dá sinais positivos nesse sentido, não se pode ignorar o racismo, não basta dizer que não se é racista, não basta não o ser, é preciso combatê-lo empenhadamente, e se algum jogador ou adepto profere insultos racistas, então a sua equipa tem de ser penalizada, tem de passar a jogar à porta fechada, pagar multas ou, é preciso dizê-lo, perder os jogos.


Não ao racismo e bem-haja à Nova Zelândia.

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